Pois bem, eu confesso!
Já matei inúmeras, e algumas, já matei duas as vezes!
Foi difícil, mas aprendi a me defender!
Mato, mesmo sem maldade...
Se preciso for, mato sem dó nem piedade!
Se me feres, reluto, resisto, até insisto!
Às vezes dou uma nova chance, não mais que isto!
Observo e, se não convém,
Eu apenas deleto, esse é minha forma de dizer:
Simplesmente desisto!
Não temas, é sempre indolor!
Tenha certeza de que o que faço é por amor;
Aprendi a praticar o amor próprio,
Indelével agora, são suas ações!
Nem por isso faço-te sentir qualquer dor.
Não procuro por vítimas!
Delas, apenas me defendo do seu lado mau;
Armado com minhas defesas.
Um lápis, teclado ou caneta e papel, sem nenhum quebra-pau.
Seu destino está traçado...
Aplico logo o golpe final;
Deleto-te do meu coração,
Lançando-te ao sepulcro do mal.
E, matando-te em meu coração,
Sou agora, um assassino confesso;
Dei-lhe a última chance e você não aproveitou,
Lançou fora a sua sorte, investiu o que possuía , num retorno sem sucesso!
Sou assim, um assassino confesso!
Matei-te em meu coração;
Matei-te sem dó, nem piedade,
Negando a ti, o seu segundo perdão!
José Gomes
São Francisco de Itabapoana RJ-Brasil.
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